| Em 12 de agosto de 1983 morreu a líder
sindical Margarida Alves que foi covardemente assassinada com um tiro
no rosto na frente de seu filho de apenas 10 anos de idade. Margarida
Alves era presidente do sindicato de Trabalhadores Rurais de Alagoa
Grande na Paraíba e uma grande companheira que lutava contra
o poder dos latifundiários na época. Dos
cinco acusados de serem os mandantes do crime, apenas dois foram
julgados e no entanto absolvidos: Antônio Carlos Coutinho
e José Buarque de Gusmão Neto, conhecido como Zito
Buarque.
Em 2000 e em 2003, milhares de mulheres trabalhadoras
rurais do Brasil se fortalecem e vão às ruas de Brasília
na Marcha das Margaridas em luta pela garantia e ampliação
dos direitos e conquistas das mulheres trabalhadoras rurais. A escolha
do nome Marcha das Margaridas foi uma homenagem à companheira
Margaridas Alves.
Uma homenagem do ESPLAR aos 21 anos de morte
de Margarida Alves.
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